RNTRC: Você tem até 31 de maio para regularizar vinculação da placa ao adesivo (QR Code)


A ANTT – AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES, comunicou que:

A regularização de veículos suspensos, devido ao processo de recadastramento que não foi completado por falta de vinculação do código do adesivo à placa do veículo, poderá ser feita a qualquer momento, sem custos para o transportador, dentro do prazo final definido no cronograma de recadastramento, que é o dia 31 de maio de 2017.

Os transportadores que não completarem o processo de identificação visual por falta de associação do código do adesivo (QR-Code) à placa até 31 de maio de 2017, terão os veículos excluídos do registro de sua frota e deverão reiniciar todo o processo de recadastramento dos mesmos arcando novamente, inclusive, com os custos das taxas para nova inclusão de cada placa de veículo no registro de sua frota junta à ANTT.


Fonte: Setcesp



Roubo e furto de veículos tem aumento no primeiro trimestre de 2017

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O número de eventos envolvendo veículos rastreados pelo Grupo Tracker – maior empresa de rastreamento e localização de veículos do país – cresceu 5,68% no 1º trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. Ao todo, foram 1339 chamados entre os meses de janeiro e março de 2017, contra 1267 eventos de outubro a dezembro de 2016.

As modalidades que registraram maior alta foram veículos pesados (24,74%), utilitários (24,43%) e automóveis (4,31%).

O gerente de Operações do Grupo Tracker, Rodrigo Boutti, destaca que, no caso dos caminhões, houve “um significativo aumento no número de eventos em que ficou evidente a procura pelo cavalo mecânico, muito provavelmente relacionado ao abastecimento de peças em desmanches”.

No caso dos utilitários, a alta também é uma consequência da procura por peças de reposição em desmanches e ainda pelo aumento do roubo de cargas. “Estes veículos também transportam cargas e acabam virando alvo dos bandidos”, completa Boutti.

O Grupo Tracker pertence ao Tracker VSR Group, que está presente em 13 países, entre eles Colômbia, Venezuela, América Central e Espanha. Atualmente é a maior empresa de rastreamento do país e oferece produtos para os mercados Segurador, Transporte e Logística, Construção Civil e Agrícola, além de veículos de passeio.

Em 16 anos de atividade, o Grupo Tracker já recuperou mais de 41 mil veículos, evitando um prejuízo de cerca de R$ 3,9 bilhões. A tecnologia utilizada nos rastreadores da Tracker é a radiofrequência, considerada a melhor solução para roubo e furto e imune à ação de inibidores de sinais – jammers. Também oferece produtos baseados no GPS/GPRS indicados para monitoramento e gestão de frotas. Todos certificados pela ANATEL e ANAC. Os produtos com radiofrequência têm ainda a certificação do CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária).




Venda de veículos em 2017 é a mais baixa em 11 anos

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Apesar dos sinais de estabilização no mercado automotivo, com moderação na queda das vendas, o volume de veículos vendidos no País está no patamar mais baixo em 11 anos.

Conforme balanço divulgado hoje pela Fenabrave, a entidade que representa as concessionárias, 628,9 mil carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus foram comercializados nos quatro primeiros meses de 2017. Desde 2006, quando foram vendidas 548,7 mil unidades nos quatro primeiros meses, não se via número tão baixo entre períodos equivalentes.

O levantamento de abril da Fenabrave mostra que todos os segmentos da indústria automobilística seguem no vermelho. Os números do mês passado revelam melhora no ritmo diário de vendas, mas em ritmo insuficiente para eliminar o impacto dos dois feriados que obrigaram as concessionárias a fechar as portas em abril.

No mercado de carros de passeio e utilitários, o de maior volume, as vendas do mês passado caíram 3,25% na comparação com abril de 2016 e 17,11% em relação a março. As montadoras podem comemorar, no entanto, que, na média, venderam 8,5 mil carros a cada dia útil, o que significa 458 unidades a mais do que no mês imediatamente anterior e também mais do que os menos de 8 mil carros de abril de 2016 – embora, ainda muito abaixo dos mais de 10 mil veículos vendidos diariamente dois anos atrás.

Mesmo assim, de janeiro a abril, as vendas de carros, em 612,2 mil unidades, foram 1,67% inferiores ao volume do mesmo período de 2016.

No setor de veículos pesados de carga, as quedas são ainda mais expressivas. As vendas de caminhões, que somaram 3,5 mil unidades em abril, recuaram 16,77% na comparação anual e 15,40% em relação a março. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o mercado de caminhões encolheu 23,39% somando 13,2 mil unidades.

O levantamento da Fenabrave mostra ainda queda de 7,41% das vendas de ônibus em abril, na comparação anual. Em relação a março, o recuo nesse setor foi de 9,15%. No total, foram emplacados 1,1 mil coletivos no mês passado, o que leva as vendas no acumulado de 2017 para 3,6 mil unidades, uma queda de 20,17%.

Fonte: Estadão



Transporte rodoviário gera mais de 2,8 mil empregos em março

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Em março, pelo segundo mês consecutivo, o setor de transporte e logística mais contratou do que demitiu. O melhor resultado, entre os modais, foi do transporte rodoviário, que contabilizou saldo positivo de 2.873 contratações (o número considera o resultado de admissões menos o de demissões), segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho.

A explicação para o incremento, nesse período, pode estar na supersafra da soja, que aumentou a demanda pelo serviço de transporte de cargas para escoamento dos grãos.

Já o saldo no setor de transporte e logística como um todo (considerando os modais ferroviário, rodoviário, aquaviário, aéreo além de atividades auxiliares) foi de 684 contratações. Esse resultado foi impulsionado pelo desempenho do transporte rodoviário.

Os números indicam que o ritmo de demissões está desacelerando, o que pode sinalizar uma reação da economia e, com ela, do mercado de trabalho. A CNT (Confederação Nacional do Transporte) alerta, no entanto, que a recuperação do nível de empregos pode ser comprometida com a entrada em vigor, em julho de 2017, da reoneração da folha de pagamentos. Na prática, isso significará aumento da carga tributária e aumento do custo de contratação de novos funcionários para as empresas.

Queda na demanda de serviços desacelera

A baixa na demanda de serviços de transporte também está desacelerando, segundo dados da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Isso reflete, também, a melhora das expectativas sobre o nível de atividade da indústria e do setor agropecuário e, consequentemente, sobre a demanda por contratação de fretes.

Em fevereiro, a variação acumulada em 12 meses da demanda de transportes, serviços auxiliares e correios foi de -7,6%, mesmo resultado de janeiro. O destaque foi para o transporte terrestre, cuja queda foi 0,7 pontos percentuais menor ( -10,4% em janeiro e -9,7% em fevereiro). Já a variação acumulada da receita nominal do setor foi de -1%. Em janeiro, havia sido de -1,1%.

Na avaliação da CNT, os resultados ainda não mostram um cenário de retomada consistente do nível de atividade no setor transportador. Contudo, já trazem sinais de melhora, ao evidenciar a diminuição na intensidade de queda da demanda e uma estabilização na receita nominal das empresas que fornecem o serviço de transporte no Brasil.

Fonte: Agência CNT de Notícias