Para-choque traseiro deixa de ser item obrigatório pelo Contran

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) incluiu o inciso VII no Art. 2º da Resolução nº14/1998, com o objetivo de aperfeiçoar e atualizar os requisitos de segurança para os veículos nacionais e importados.
Dessa forma, o inciso insere na lei a não obrigatoriedade do para-choque traseiro nos veículos citados na resolução. A medida busca também minimizar as consequências dos acidentes em casos de colisões traseiras.
A medida já está em vigor desde a última sexta-feira, 27 de maio, de acordo com publicação no Diário Oficial da União.
Resolução completa aqui.




Caminhoneiros bloqueiam saída de empresa pedindo aumento do frete

Quase 100 veículos estão parados do Distrito Agroindustrial de Anápolis.
Transportadores pedem reajuste de 11% no valor pago pelo serviço.


Cerca de 100 caminhoneiros bloqueiam nesta sexta-feira (3) a saída de uma transportadora de veículos em protesto ao baixo preço do frete pago pela empresa, no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo o Sindicato dos Transportadores de Veículos (Sintrave-GO), a categoria reivindica um reajuste de 11% por conta do aumento de tributos e pelo valor do óleo diesel, que, de acordo com a entidade, representa 50% do valor dos gastos no transporte.

“Estamos em negociação, as propostas dadas pela empresa estão abaixo da nossa expectativa. Diante disto, estamos seguindo com a paralisação e o protesto até que uma proposta seja formalizada pela transportadora”, afirmou ao G1 o presidente do Sintrave-GO, Afonso Rodrigues de Carvalho.

Segundo o sindicato, as cegonhas, como são chamados os caminhões que carregam os veículos da montadora às concessionárias, foram colocadas nos acessos da empresa a fim de pressionar as negociações.

De acordo com a diretoria da empresa, que tem sede em Porto Alegre, o reajuste ao valor do frete deve ser feito ainda nesta sexta-feira (3), mas abaixo do que pedem os caminhoneiros.

Para o caminhoneiro Júnior Félix, que participa do protesto, o aumento é necessário para que haja um equilíbrio entre o lucro e o os gastos no transporte. “Aumentou tudo, combustível, imposto, não tem como operar deste jeito, fica difícil”, afirmou ao G1.

Fonte.



PIB em queda: setor de transporte e logística registra retração no 1º trimestre

Produto Interno Bruto do Brasil recuou 5,4% no primeiro trimestre de 2016 em relação a 2015. Serviços de transporte, armazenagem e correio caíram 7,4%


O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro caiu 5,4% no período de janeiro a março de 2016 em relação aos primeiros três meses de 2015, divulgou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nesta quarta-feira (1º). Esse é o oitavo resultado negativo nessa base de comparação. Já em relação ao trimestre imediatamente anterior (outubro, novembro e dezembro de 2015), a diminuição foi de 0,3%.

Entre os fatores que contribuíram para o desempenho está a queda nos serviços de transporte, armazenagem e correio, de 7,4% no primeiro trimestre deste ano, frente ao mesmo período do ano passado. Conforme o IBGE, esse resultado do setor foi puxado, principalmente, pela contração das atividades de transporte e armazenamento de cargas. 

Outros setores

Por ser atividade meio, o setor de transporte e logística foi diretamente impactado pela forte redução em outros setores da economia. 

A indústria recuou 7,3% em relação aos primeiros três meses de 2015. A queda mais expressiva foi na de transformação, de 10,5%. Isso porque foram produzidos menos veículos, equipamentos, máquinas, móveis, produtos metalúrgicos, de metal, de borracha e material plástico. Já a indústria extrativa mineral caiu 9,6%, puxada pelo resultado das atividades de extração de minérios ferrosos e de petróleo e gás. 

A agropecuária também teve desempenho negativo, de 3,7%, por causa da menor produtividade de culturas relevantes no primeiro trimestre do ano. 

O valor adicionado de serviços (no qual estão contabilizados os de transporte, armazenagem e correios) diminuiu 3,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para a contração de 10,7% do comércio.

Famílias consomem menos

Os números também demonstram que os brasileiros estão consumindo menos, efeito da inflação crescente, dos juros altos, da redução de crédito, do desemprego e da diminuição da renda. 

Conforme o IBGE, no primeiro trimestre do ano, a despesa de consumo das famílias caiu 6,3%. Foi o quinto trimestre seguido que todos os componentes da demanda interna apresentaram resultado negativo.




Agora é lei: paradas de caminhões serão monitoradas por vídeo

foto: e-tribuna

Os locais de parada para descanso de caminhões nas rodovias estaduais, como postos de gasolina, alojamentos, hotéis e estações rodoviárias, terão sistemas de monitoramento por vídeo em seus estacionamentos. É o que determina a Lei 7.283/16, de autoria do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB) e do deputado licenciado Rafael Picciani. 

A norma foi sancionada pelo governador em exercício Francisco Dornelles e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo, desta segunda-feira (30/05). Pela proposta, o monitoramento deve abranger toda a área do estacionamento, e as imagens devem ser armazenadas por pelo menos 45 dias. Os deputados citam dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC), que mostram que 85% dos 17.500 roubos de carga registrados no Brasil em 2014 ocorreram na região Sudeste. 

O estudo também mostra que o Rio de Janeiro foi o estado em que este tipo de crime mais aumentou entre os anos de 2013 e 2014, com uma alta de 67% nos roubos. “Esses crimes têm como principal foco financiar o tráfico de drogas, uma vez que a carga roubada vendida é, normalmente, utilizada para a compra de armamento e entorpecentes. 

São delitos que trazem negativas repercussões às vitimas, à sociedade e enorme prejuízo à economia, em especial à arrecadação tributária e à geração de empregos”, dizem. Em caso de descumprimento, os responsáveis podem pagar multa que pode chegar a 30 mil UFIRs-RJ. Os locais terão 180 dias para se adequarem.